Azia depois das refeições, queimação no estômago, aquele gosto amargo na boca. Refluxo e gastrite estão entre as queixas digestivas mais comuns — e, embora pareçam iguais, não são a mesma coisa. Entender os sintomas ajuda a saber a hora de procurar ajuda.
O refluxo acontece quando o conteúdo do estômago volta para o esôfago, causando aquela sensação de queimação que sobe pelo peito (a azia) e, às vezes, regurgitação e gosto amargo. Já a gastrite é uma inflamação da parede do estômago, que costuma provocar dor ou queimação na "boca do estômago" (região epigástrica).
Os dois podem coexistir e têm gatilhos parecidos — por isso é comum confundir. O médico ajuda a diferenciar e a definir a melhor conduta.
A teleconsulta pode ser uma forma de buscar orientação: o médico avalia a sua história e, se entender que é o caso, pode orientar mudanças de hábito e alimentação, prescrever medicação para aliviar os sintomas ou pedir exames. Também pode ajudar a organizar o acompanhamento de quem já convive com o problema. Se ele indicar, o atendimento presencial também é um caminho.
Muita gente melhora com ajustes simples: fazer refeições menores e mais frequentes, evitar deitar logo após comer, elevar a cabeceira da cama, reduzir café, álcool e frituras, e cuidar do peso. Se os sintomas voltam com frequência, vale investigar com um clínico geral ou gastroenterologista.
Converse com um médico por vídeo na Telemedico.med.br e receba orientação para aliviar os sintomas.
Agendar consulta →Não. O refluxo é o retorno do conteúdo do estômago para o esôfago (causando azia); a gastrite é uma inflamação da parede do estômago. Podem ocorrer juntos e têm gatilhos parecidos, mas são condições diferentes.
Muitas vezes é possível buscar orientação por vídeo, e o médico avalia o caso e a melhor conduta. Sinais como dificuldade para engolir ou vômito com sangue costumam pedir avaliação presencial — a decisão é sempre do médico.
Refeições menores, evitar deitar após comer, reduzir café, álcool e frituras, elevar a cabeceira da cama e cuidar do peso ajudam muito. Ainda assim, sintomas frequentes merecem avaliação médica.
A endoscopia pode ser indicada em casos com sinais de alerta ou que não melhoram com o tratamento. Quem define a necessidade é o médico, após avaliar o seu quadro.
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