Dor de garganta é uma das queixas mais comuns — e uma das mais cercadas de mitos, principalmente sobre antibiótico. A maioria dos casos é causada por vírus e melhora sozinha. Entender a diferença ajuda a cuidar melhor e a evitar o uso desnecessário de remédios.
Boa parte das dores de garganta é causada por vírus — os mesmos dos resfriados e gripes. Nesses casos, o quadro costuma vir acompanhado de coriza, tosse, espirros e melhora sozinho em poucos dias, com cuidados de alívio. Antibiótico não age contra vírus e, nesses casos, não ajuda.
Algumas dores de garganta são bacterianas (como a faringite/amigdalite por estreptococo). Sinais que aumentam essa suspeita: febre, placas de pus nas amígdalas, gânglios (ínguas) doloridos no pescoço e ausência de tosse e coriza. Só o médico consegue avaliar e decidir se há indicação de antibiótico — e qual.
A teleconsulta pode ser uma forma de buscar orientação: o médico avalia seus sintomas e histórico e, se entender que é o caso, pode orientar os cuidados de alívio, prescrever o tratamento ou sugerir uma avaliação presencial. A conduta é sempre definida por ele.
Na maioria dos casos, ajudam: hidratação, repouso, líquidos mornos, e ambientes sem fumaça. Se a dor é intensa ou persiste por vários dias, vale conversar com um médico.
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Agendar consulta →Não. A maioria é viral e melhora sozinha com cuidados de alívio — nesses casos o antibiótico não ajuda. Ele só é indicado em casos bacterianos, e quem decide é o médico.
A teleconsulta pode ajudar a buscar orientação, e o médico avalia o caso e a melhor conduta. Sinais como dificuldade para respirar ou engolir a saliva costumam pedir atendimento presencial — a decisão é sempre do médico.
Coriza, tosse e espirros apontam mais para vírus; febre, placas de pus e ínguas no pescoço sem tosse levantam a suspeita de bactéria. A avaliação médica ajuda a diferenciar.
Hidratação, repouso, líquidos mornos e evitar fumaça ajudam. Se a dor é intensa ou persiste, procure um médico.
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