O colesterol alto é silencioso: não dói, não dá sintomas — e, mesmo assim, vai aumentando o risco de problemas sérios no coração e nos vasos. A boa notícia é que ele é fácil de detectar por um exame de sangue e possível de controlar com acompanhamento e hábitos.
O colesterol é uma gordura importante para o corpo, mas em excesso se acumula nas artérias. Costuma-se falar em dois tipos: o LDL (o "ruim", que em excesso forma placas nos vasos) e o HDL (o "bom", que ajuda a remover o excesso). Os triglicerídeos são outra gordura do sangue que também entra na avaliação.
O colesterol alto não dá sintomas — por isso muita gente descobre tarde. Com o tempo, o acúmulo de gordura nas artérias (aterosclerose) aumenta o risco de infarto e AVC (derrame). Controlar o colesterol reduz esse risco de forma importante.
O diagnóstico é feito por um exame de sangue (o lipidograma), interpretado pelo médico junto com os seus outros fatores de risco — pressão, glicose, peso, tabagismo e histórico familiar. Não existe um número único que sirva para todos: a meta é individual.
A teleconsulta é uma ótima ferramenta para acompanhar o colesterol: revisar os resultados dos exames, orientar mudanças de alimentação e atividade física, e manter a continuidade do tratamento sem precisar se deslocar a cada retorno. A solicitação e a interpretação dos exames são feitas pelo médico.
Muito do controle vem do estilo de vida: reduzir gorduras saturadas (frituras, embutidos), aumentar fibras, praticar atividade física, cuidar do peso e não fumar. Em alguns casos, o médico pode indicar medicação — sempre de forma individualizada.
Converse com um médico por vídeo na Telemedico.med.br e organize o acompanhamento do seu coração.
Agendar consulta →Costuma ser uma condição crônica, controlada e não curada. Com hábitos saudáveis e, quando indicado, medicação, é possível manter o colesterol em níveis seguros e reduzir bastante os riscos.
Sim. Revisar resultados de exames, orientar hábitos e manter a continuidade do tratamento funciona muito bem por vídeo. A solicitação e a interpretação dos exames são feitas pelo médico.
Não — é silencioso. Por isso o exame de sangue periódico é a forma de detectar. Sintomas como dor no peito já indicam procurar atendimento.
Não há um número único para todos: a meta é individual e definida pelo médico conforme seus fatores de risco. Por isso a interpretação profissional é importante.
Leia também